sexta-feira, 18 de julho de 2008

My god, meus ícones sumiram!!

Já aconteceu algumas vezes, de alguém chegar me chamar pra olhar um PC pq os ícones da área de trabalho haviam sumido e o mais engraçado é que sempre alegam que “não fizeram nada”. É claro que fizeram, nada grava mas fizeram,
Bom, se isso acontecer com você, basta clicar UMA VEZ com o botão DIREITO do mouse no seu papel de parede (é o desenho, foto, figura, que você escolheu de fundo para sua área de trabalho, a que aparece logo que o sistema é iniciado), posicionar o mouse sobre o item ORGANIZAR ÍCONES e verificar se o item MOSTRAR ÍCONES DA ÁREA DE TRABALHO está marcado selecionado. Se não estiver, basta clicar UMA VEZ com o botão ESQUERDO em cima do item e pronto, os ícones devem voltar a aparecer.
Caso o seu problema seja diferente, alguns ícones aparecem, mas o MEU COMPUTADOR, MEUS DOCUMENTOS, MEUS LOCAIS DE REDE e o INTERNET EXPLORER não, você deve novamente clicar com o botão DIREITO do mouse UMA VEZ na sua área de trabalho e selecionar o item PROPRIEDADES clicando nele também apenas UMA VEZ com o botão ESQUERDO. Na janela que aparecer, você deve selecionar a aba ÁREA DE TRABALHO e clicar no botão PERSONALIZAR ÁREA DE TRABALHO. Dentro da nova janela, selecione os itens que você quer que apareçam em sua área de trabalho (também chamado de DESKTOP) e clique em OK para fechar essa janela e na próxima a mesma coisa.

É tão simples e o usuário fica tão desesperado...........acontece.

Os 10 piores vírus já criados

Não sabia de várias coisas sobre alguns desses vírus, incluindo o que realmente causavam aos computadores.

CIH - 1988
Liberado em Taiwan em Junho, o CIH infectava Windows 95, 98 e arquivos executáveis do ME. Ficava residente na memória do PC e podia subscrever dados no HD, tornando-o inoperante. Também conhecido como “Chernobyl”, o vírus deixou de ser maligno devido à grande migração dos usuários para o Windows 2000, XP e NT, que não são vulneráveis a ele. Os danos causados pelo CIH foram estimados em entre US$ 20 milhões e US$ 80 milhões, além dos dados destruídos.

Melissa - 1999
O W97M/Melissa tornou-se manchete de tecnologia em Março de 1999. Vírus de macro para documentos Word, se espalhou rapidamente e forçou empresas como Intel e Microsoft, entre outras, a fechar seus sistemas de e-mail para conter a praga, que se disseminava via Outlook. O vírus, além de se enviar pela Internet, modificava documentos do Word colocando falas do programa de televisão Os Simpsons. Causou danos estimados em US$ 300 milhões a US$ 600 milhões.

ILOVEYOU - 2000
Também conhecido como Loveletter e The Love Bug, o ILOVEYOU era um script de Visual Basic com uma mensagem amorosa e foi detectado pela primeira vez em Maio, em Hong Kong. Era transmitido via e-mail e continha o anexo Love-Letter-For-You.TXT.vbs. Assim como o Melissa, o vírus se espalhava via Outlook. O programa malicioso subscrevia arquivos de música, imagem e diversos outros com uma cópia sua. Como o autor do vírus é filipino e na época naquele país não havia leis contra criação de vírus, ele nunca foi punido. A estimativa dos danos financeiros causados pelo ILOVEYOU ficou entre US$ 10 bilhões e US$ 15 bilhões.

Code Red - 2001
O Code Red era um worm que foi liberado em servidores de rede em 13 de Julho. Era um bug particularmente perigoso por causa do seu alvo: servidores rodando Microsoft’s Internet Information Server (IIS). O worm explorava uma vulnerabilidade no sistema operacional do IIS. Também conhecido como Bady, o Code Red foi criado para causar o máximo de danos. Na infecção, sites controlados por um servidor atacado exibiriam a mensagem “HELLO! Welcome to http://www.worm.com! Hacked By Chinese!”. PCs controlados pelo vírus dirigiram ataques a determinados endereços IP, incluindo a Casa Branca. Em menos de uma semana, o vírus infectou quase 400 mil servidores pelo mundo. As estimativas dão conta de um milhão de computadores infectados, e danos de US$ 2,6 bilhões.

SQL Slammer - 2003
O SQL Slammer, também conhecido como Sapphire, apareceu em 25 de Janeiro. Como foi lançado em um sábado, o dano foi baixo em termos de dólares. Entretanto, ele atingiu 500 mil servidores em todo o mundo e deixou a Coréia do Sul fora do ar por 12 horas. Seu alvo não eram os usuários finais, mas os servidores. Ele infectou 75 mil computadores em 10 minutos e atrapalhou enormemente o tráfego online.

BLASTER - 2003
No verão (no Hemisfério Norte) de 2003, os profissionais de TI testemunharam, em rápida sucessão, o aparecimento dos worms Blaster e Sobig. O Blaster, também conhecido com Lovsan ou MSBlast, foi o primeiro. Detectado em 11 de Agosto, ele se espalhou rapidamente. Explorava uma vulnerabilidade dos Windows 2000 e XP, e quando activado, presenteava o usuário com uma mensagem avisando que uma queda do sistema era iminente. Em seu código havia instruções para um ataque DDoS contra o site windowsupdate.com, programado para o dia 15 de Abril. Centenas de milhares de PCs foram infectados, e os danos ficaram entre US$ 2 bilhões e US$ 10 bilhões.

Sobig.F - 2003
O Sobig surgiu em seguida ao Blaster, transformando Agosto de 2003 num mês miserável para usuários corporativos e domésticos de PC. A variante mais destrutiva foi a Sobig.F, que se espalhou tão rápido a partir do dia 19 que chegou a estabelecer um recorde, gerando mais de um milhão de cópias em apenas 24 horas. Em 10 de Setembro, o vírus se desactivou e deixou de ser uma ameaça. A Microsoft chegou a oferecer uma recompensa de US$ 250 mil para quem identificasse o criador do Sobig.F, mas até hoje ninguém foi apanhado. Os danos foram estimados entre US$ 5 a US$ 10 bilhões, com mais de um milhão de PCs infectados.

Bagle - 2004
Um worm clássico e sofisticado, o Bagle fez sua estreia em 18 de Janeiro. Ele infectava os sistemas pelo método tradicional - vinha anexado a um email - e vasculhava arquivos do Windows em busca de endereços de e-mail que pudesse utilizar para se replicar. O verdadeiro perigo do worm, também conhecido com Beagle, e suas 60 a 100 variantes é que, ao infectar o PC, ele abria uma porta que permitia o controle total e a distância do sistema. O Bagle.B foi desenhado para parar de se espalhar depois de 28 de Janeiro do mesmo ano, mas numerosas outras variantes continuam a incomodar até hoje. Os danos foram estimados em dezenas de milhões de dólares, e a contagem continua.

MyDoom - 2004
Por um período de quatro horas em 26 de Janeiro, o choque do MyDoom pôde ser sentido em todo o mundo enquanto o worm se espalhava numa velocidade sem precedentes pela Internet. A praga, também conhecida como Norvarg, se espalhou em um arquivo anexado que parecia ser uma mensagem de erro, com o texto “Mail transaction failed”, e via compartilhamento de arquivos entre os usuários da rede P2P Kazaa. A sua replicação foi tão bem-sucedida que especialistas em segurança de PCs calcularam que uma em cada dez mensagens de email enviadas durante as primeiras horas da infecção continham o vírus. Ele estava programado para parar de agir depois de 12 de Fevereiro, mas em seu auge chegou a diminuir em 10% a performance global da Internet e aumentar o tempo de carregamento dos sites em 50%.

Sasser - 2004
Criado por um adolescente alemão (17 anos de idade), o Sasser começou a se espalhar em Abril, e foi destrutivo o bastante para deixar fora do ar o satélite de comunicações para algumas agências de notícias da França. Também resultou no cancelamento de vários vôos da Delta Airlines e na queda do sistema de várias companhias ao redor do mundo. Diferente da maioria dos worms que o antecederam, o Sasser não era transmitido por email e não precisava de nenhuma acção do usuário para se instalar. Ele explorava uma falha de segurança em sistemas rodando Windows 2000 e XP desactualizados. Quando conseguia se replicar, procurava activamente por outros sistemas desprotegidos e se transmitia a eles. Os sistemas infectados experimentavam quedas repetidas e instabilidade. Como o autor ainda era menor de idade quando criou o vírus, um tribunal alemão considerou-o culpado por sabotagem de computadores, mas suspendeu a sentença. O Sasser causou dezenas de milhões de dólares em prejuízos.

Matéria retirada do Blog Trukes & Dicas



Té logo!

Vírus diminuem


Saiu uma matéria no site do TERRA, falando que a quantidade de vírus criados caiu nos últimos tempos. Um usuário de Windows XP, por exemplo, que não tivesse nenhum tipo proteção em seu computador, ou que estivesse com elas desatualizadas, era atacado em cerca de 4 ou 5 minutos depois de se conectar a internet.
Não que os vírus, worms e outros tipos de malware tenham cessado totalmente, mas pelo menos a velocidade com estes cresciam e se espalhavam, diminuiu. Isso não quer dizer que você pode esquecer de atualizar suas proteções ou não tê-las.
Então, as dicas são:

- Encontre um antivírus de seu gosto;
- Que não seja muito pesado a ponto de deixar o PC lento;
- Não é aconselhável utilizar aqueles que barram todo tipo de programa, é um saco ter que ficar habilitando e desabilitando opções que podem vir a, além de permitir que você utilize o desejável, sem querer, libere a entrada para malwares.
- Deixe suas atualizações em dia, pelo menos as mais importantes;
- Não forneça dados pessoais para qualquer um, independente do meio que utilizar. Muitas pessoas acham que passar senhas de banco ou qualquer outra coisa importante por e-mail é 100% seguro. Você acha mesmo que não é vigiado?;
- Cuidado com sites desconhecidos e de conteúdo duvidoso;
- Nunca clique em links enviados por pessoas que você não conheça e, mesmo que conheça, se achar o link duvidoso ou a mensagem esquisita, NÃO CLIQUE;
- Na internet você acha de tudo e todos te acham;
- Tenha cuidado e seja feliz!

Dados coletados pela McAfee, indicam que o número médio de vírus criados mensalmente, é de 600 mil.

Você ainda acha que isso é brincadeira?

Palestras da Campus Party

Não sei se fiz um post na época, mas me lembro que cogitei a idéia de ir para a Campus Party na faculdade. Pra quem não sabe, a Campus Party é um encontro gigantesco que ocorre todos os anos em alguns países e, é claro, teve sua versão brasileira no começo desse anos, se não me engano, em Fevereiro, em São Paulo. Foram 5 ou 6 dias de encontro onde os participantes pagavam pra ficar em barracas, onde instalavam seu computador doméstico, trocavam milhões de arquivos, baixavam outros milhões (usando e abusando de uma banda gigantesca criada exclusivamente para o evento), participavam de palestras, exposições, etc.
Já que eu não pude ir, e me lembrei agora que foi por causa dos meus 2 trabalhos, navegando na maravilha da internet, encontrei uma matéria falando que a maioria das palestras estavam no site da Fundação Vazolini (fim do post), que eu imagino que seja a fundação organizadora do evento.
Por conta disso, através desse link, que leve para o site da fundação, você têm acesso as várias palestras que ocorreram por lá, algumas delas são, Direito Digital, Produção Colaborativa, TV Digital Brasileira e OS Bastidores de um Planetário.
Com certeza, vou me empenhar mais para poder estar presente na próxima edição.

Clique aqui para acessar o site da Fundação Vazolini

Extraindo o som de vídeos do YouTube

Existem vários programas que realizam essa tarefa. Um dos mais simples é o Free Video to MP3 Converter. Com ele é possível extrair apenas o som dos vídeos do YouTube ou dos vídeos armazenados no seu PC.
O programa encontra-se disponível para download no site Superdownloads.
É muito fácil utilizá-lo. Basta colocar a URL do vídeo do YouTube e clicar no botão para o programa extrair o som. Ou então especificar a localização do arquivo de vídeo no computador.
Além disso, é possível selecionar a parte que você queira salvar. Não é necessário extrair todo o som do vídeo. Nesse caso clique no botão Trim Vídeo e marque o início e fim da parte que deseja extrair o áudio. Depois basta pressionar o botão Convert.

A revolução dos notebooks


Vi hoje em um site, um gráfico da Positivo, mostrando o número de desktops e notebooks que ocupam as casas dos brasileiros. O resultado foi que, de 2 anos para cá, a venda de notebooks cresceu de maneira incrível, eles que antes ocupavam uma faixa de 6%, hoje já ocupam aproximadamente 30%.
Até dá para entender o motivo disso. Cada vez mais, as lojas estão abaixando os preços dos notebooks, tornando a compra deles um negócio ótimo, sem contar que as configurações de hoje em dia também não deixam a desejar. A DELL, por exemplo, chega ao ponto de vender um notebook a menos de 1700 reais, o mesmo aparelho que um ano atrás, custava de 2000 pra cima.
A facilidade de se poder carregar um computador junto de você e ainda precisar de pouco espaço par utilizá-lo, são fatores que fazem o conceito dos portáteis subir mais ainda. Os usuários de hoje em dia acabam comprando um notebook como primeiro PC, o que antes era um sonho, hoje é uma total realidade, que tende a somente crescer com o passar dos anos.
Em um de meus trabalhos, já utilizamos 2 notebooks para os serviços. Eu, por exemplo, trabalho a parte da manhã inteira em um. É lógico que existe a dificuldade dos números serem apertadinhos na parte de cima do teclado e a falta de mouse, mas nada que pegar o jeito de digitar utilizando os números e a compra de um mouse USB não resolva.
Existe ainda outro fator, que é a estética, ou se preferirem chamar assim, a beleza do aparelho. Querendo ou não os notebooks com certeza são mais agradáveis do que gabinetes gigantescos e fios e mais fios proporcionando a conexão de seus periféricos. No caso do note, você pode tanto utilizá-lo ligado na força, quanto utilizar a carga da bateria.

Ai, ai, maravilhas da tecnologia.